Backstage / Paulo Pinho
Backstage / Paulo Pinho

Entrevista: Alec Benjamin no festival NOS Alive

A Backstage esteve à conversa com o cantor e compositor americano, Alec Benjamin. Ganhou popularidade no mundo da música com as suas músicas indie pop, que retratam histórias descritivas das suas experiências pessoais.

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Sofia Felgueiras
Jornalista
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Paulo Pinho
Fotógrafo
Quinta-feira, 7 de Julho de 2022, às 16:39

Alec, o que estás a achar de Portugal até agora?

Acho que é um dos sítios mais bonitos onde alguma vez estive. Fui à praia, há umas horas atrás, e as pessoas são adoráveis, apenas gostava de ter realmente mais tempo para aproveitar, porque só tínhamos umas horinhas. Gostava de ter mais tempo para explorar.

Gostas de ir à praia?

Eu adoro praia. Vivo junto ao mar, na Califórnia, por isso tenho o hábito de ir para ao pé da água, porque me faz realmente feliz.

Como te sentes a atuar num dos maiores festivais da Europa?

É surreal. Venho da situação de no último ano, com a pandemia, não ter tido qualquer atuação, por isso, sinto que agora valorizo isso de uma forma como não fazia de todo antes. Apercebi-me de que tudo isto pode desaparecer num minuto. Estou mesmo muito agradecido, acho que gratidão é mesmo a palavra certa. É uma oportunidade incrível que estou a ter. Nunca tinha estado em Portugal antes. É muito positivo!

O que esperas do espetáculo de hoje?

Espero, acima de tudo, que seja um momento incrível. Essa é, sem dúvida, a minha expectativa. Eu não sei ao certo o que esperar, porque nunca estive aqui antes, mas ouvi falar sobre o público português antes e o quanto gostam de música e todo o apoio que dão aos artistas, por isso, tem tudo para correr bem!

Se tivesses que escolher um artista ou uma banda para ver hoje, no festival, qual seria?

Gostava de ver Florence & The Machine, porque ouvi dizer que estão a testar o sistema PA, gostaria de ouvir algumas músicas, não esquecendo o quanto adoro música. Não sei se vou ter tempo ou não, mas seria a minha escolha.

Como são os teus fãs portugueses? São queridos para ti?

Sem dúvida! Até agora?(risos). Eles são a razão para eu estar aqui. Deram-me a possibilidade de viajar e dar-lhes este espetáculo. Logo, são fantásticos!

Qual é o teu momento preferido no teu concerto?

"Wow", essa é uma óptima questão! (Pausa) Estou a pensar numa resposta honesta?Eu adoro quando as pessoas cantam e me acompanham nas músicas que eu escrevi. Mas se pensar sobre qual o meu momento favorito, acho que gosto muito de quando entro em palco no início e posso olhar para a multidão. Por um lado, deixa-me muito entusiasmado e, por outro, muito nervoso. É um misto entre vergonha e sem fôlego, com muita adrenalina pelo meio.

Na tua opinião, qual é a tua melhor música?

A minha melhor música? Acho que é algo que não me compete a mim escolher. Eu não oiço a minha música por prazer, mas acho que a minha música preferida das que fiz é a minha mais recente também: "Devil Doesn't Bargain", porque é aquela em que estamos a apostar e está a tornar-se popular, por isso é a minha favorita neste momento!

Alguma surpresa preparada para o concerto de hoje?

Espero que não (risos). Espero que corra tudo como planeado. Eu não tenho qualquer surpresa preparada. Venho para tocar as músicas que as pessoas querem ouvir e seguir o ritmo.

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