MEO Marés Vivas perde o "Vivas" e muda-se para Leça da Palmeira
Da Weasel
O festival MEO Marés Vivas muda de nome para MEO Marés e realiza-se de 17 a 19 de julho em Leça da Palmeira. Os Da Weasel com orquestra são a primeira confirmação.
O MEO Mares Vivas inicia um novo capítulo em 2026 com mudança de nome e de localização. O festival passa a chamar-se MEO Marés e deixa Vila Nova de Gaia, onde esteve durante quase duas décadas, para se instalar na Praia do Aterro, em Leça da Palmeira, Matosinhos.
A edição de 2026 realiza-se nos dias 17, 18 e 19 de julho. A apresentação oficial decorreu esta quarta-feira, 4 de fevereiro, na Câmara Municipal de Matosinhos, com o anúncio do primeiro nome do cartaz: os Da Weasel.
A banda portuguesa atua no dia 17 de julho num concerto especial, acompanhado por orquestra sob a direção do maestro Rui Massena. O espetáculo recupera o projeto "Da Weasel Goes Symphonic", apresentado há 20 anos junto à Torre de Belém, em Lisboa.
A atuação será estruturada em três atos e contará com novos arranjos orquestrais criados de raiz. O concerto incluirá ainda a estreia ao vivo de um tema inédito da banda, inspirado no álbum "Amor, Escárnio e Maldizer", parcialmente gravado com a Orquestra Sinfónica Nacional Checa.
O novo recinto terá capacidade para 120 mil pessoas ao longo dos três dias. O festival conta com cinco palcos temáticos, roda gigante, áreas de restauração e espaços dedicados a experiências culturais. A mudança para Matosinhos permite melhorar os acessos e a experiência para visitantes, artistas e parceiros.
A presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Luísa Salgueiro, afirmou que o festival terá impacto positivo na restauração, hotelaria e comércio local. "Queremos que a Área Metropolitana do Porto seja um espaço onde os grandes eventos acontecem. A localização é imbatível", destacou.
A organização anunciou ainda uma iniciativa de responsabilidade social: por cada bilhete vendido até ao final de fevereiro serão doados cinco euros a instituições das regiões mais afetadas pela tempestade Kristin.
A promotora PEV Entertainment anunciou ainda uma iniciativa de responsabilidade social: por cada bilhete vendido até ao final de fevereiro serão doados cinco euros a instituições das regiões mais afetadas pela tempestade Kristin.
Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais. O bilhete diário custa 50 euros e o passe para os três dias custa 100 euros. Mais nomes do cartaz serão anunciados nas próximas semanas.