Reportagem

Vodafone Mexefest’17: Sabor a Lisboa cosmopolita no primeiro dia

No primeiro dia do festival Vodafone Mexefest provou-se mais uma vez como Lisboa é uma cidade cosmopolita. Os milhares de bilhetes esgotaram dias antes, para ver as mais nobres salas da capital receberem artistas em ascensão vindos vários países.

A noite de 24 de novembro começava com Funkamente! no Terraço do Capitólio para o público que apreciava fazer conversa e tomar bebidas, socializar antes se dedicar às bandas que se seguiam.

IAMDDB no Capitólio, alternando entre português e inglês, afirmava que não perdia este festival em Lisboa por nada. E que bem que fez, recebendo o apoio do público que se divertiu à brava com a performance da artista.

No Coliseu dos Recreios a noite começou a aquecer com Washed Out e o ambiente de "bar" do Capitólio era feito por Oddisee. O rapper, que interpretava com muita expressividade, teve a sua oportunidade de se dar a conhecer ao público português neste festival, já que admitiu ser a primeira vez em Lisboa e ter a vontade de “dar uma boa primeira impressão”.

O público circulava pelas várias artérias da Avenida da Liberdade, onde, no Cinema de São Jorge, a portuguesa Surma estava descalça para demonstrar o seu talento musical num cenário mais experimental, tendo tocado teclas, guitarra, percussão, cantado com dois microfones e sempre com a ajuda do sintetizador. Os baixos graves fundiam-se com a voz aguda da artista, que apresentou canções do seu álbum de estreia, nascidas da “brincadeira”, como disse a própria.

A Rua das Portas de Santo Antão, a do Coliseu, estava muito circulada, enquanto a Casa do Alentejo ficava pequena para a fila que se formava. Os Songhoy Blues deram uma hora de espetáculo nesse espaço tão ilustrativo da influência árabe na história de Portugal. E como Portugal sabe bem pela sua história, os ritmos rápidos vindos do continente africano, incitavam à dança o público de todas as idades.

A Estação Ferroviária do Rossio recebeu os concertos de Liniker e Hinds na primeira noite do Mexefest.

Às 22:40 três grandes concertos estavam a acontecer em três espaços diferentes: Destroyer no Coliseu, enquanto para o público que valoriza a música portuguesa, Valete deu cartas no Cine-Teatro Capitólio e Manel Cruz tocou no Teatro Tivoli. E no Cinema São Jorge, com início quase à meia-noite, o concerto de Samuel Úria foi mais um belo exemplo do inesgotável talento musical do país, com banda, coro e as convidadas Gisela João e Ana Bacalhau.

Como última banda do cartaz de 24 de novembro, Orelha Negra trouxe os seus clássicos a um Coliseu cheio, e cheio de energia. Ainda no Sótão do Teatro Tivoli, a última festa da noite era de La Flama Blanca.

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