/ Backstage - Ana Ribeiro
Seg, 4 Nov às 23:29

Ney Matogrosso: o Brasil, a crítica e a irreverência ao vivo no Coliseu do Porto

Depois de Atento aos Sinais em 2016, espetáculo que esteve em cena durante cinco anos, Ney Matogrosso regressa a Portugal com Bloco na Rua.

É visto por muitos como um espetáculo de protesto à era Bolsonaro, mas Ney Matogrosso pensou em Bloco na Rua anos antes de Bolsonaro subir ao poder, noutro momento da crise brasileira.

Num Coliseu do Porto repleto, Ney Matogrosso entrou em palco com um fato inteiriço, dourado e brilhante, que manteve até ao final do concerto. De rosto tapado e coroa na cabeça, entra a dançar. Retirando a máscara pouco depois através de um fecho éclair que atravessava toda a cara, entoou os primeiros versos de “Eu quero é botar meu bloco na rua”, começando assim o seu repertório.

O público, mesmo sentado, já dançava e batia palmas, contagiados pela energia do artista.

Pode ouvir-se canções como “Jardins da Babilónia”, “Já sei”, “Tua Cantiga”, “Iolanda”, “O Beco” e muito mais, sempre acompanhadas de um conjunto de sete músicos e no fundo, projeções do Brasil, das suas pessoas e de outros locais do mundo.

Entre versos, Ney Matogrosso lembrou a violência, a mulher e os seus direitos.

O artista de 78 anos continua enérgico, forte e arrebatador. Despediu-se do público com um “Muito obrigada e até breve”.

Ney Matogrosso tem dois concertos marcados para Lisboa, dia 5 e 6.

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