/ Backstage - Maria Valente
Ter, 23 Jul às 12:58

MEO Marés Vivas’19: o regresso sentido de Ornatos Violeta

Depois dos concertos de Keane e Kodaline, os grandes protagonistas do segundo dia do festival MEO Marés Vivas foram Ornatos Violeta.

Os britânicos Don Broco abriram as hostilidades no Palco MEO apresentando o seu último disco “Technology” (2018). O quarteto aqueceu com energia o público para receberem Carlão. O músico aproveitou o festival para apresentar o seu último álbum, “Entretenimento?”. Muitos foram os temas cantados pelo público, mas foi “Os Tais” que se ouviu mais alto.

O concerto de Mando Diao, a banda sueca de rock alternativo, ficou marcado por uma paragem de 40 minutos por vários problemas técnicos. Percalços ultrapassados, o grupo apresentou temas do seu último disco “Good Times” (2017) e ainda teve tempo de lembrar temas de discos anteriores.

Poucos minutos faltavam para as 12 badaladas e as expectativas altas pairavam entre os fãs entusiasmados pelo regresso de Ornatos Violeta. A banda, que se separou em 2002, atuou a semana passada no NOS Alive dando início a um conjunto de três concertos de modo a celebrar o 20º aniversário do seu último álbum “O monstro precisa de amigos”.

Manel Cruz, Peixe (na guitarra), Nuno Prata (no baixo), Kinörm (na bateria) e Elísio Donas (no teclado) entraram em palco à meia-noite e ainda antes de qualquer acorde, o público já os aplaudia eufórico.

Todo o alinhamento foi seguido pelas vozes sentidas do público, que cantavam e interiorizavam cada verso. Um público bastante heterogéneo, composto por pessoas que se deslocaram ao festival para reviver concertos passados e por outras que estavam a assistir ao vivo à banda pela primeira vez.

Entre temas como “Tanque”, “Para Nunca Mais Mentir”, “Chaga” e “Capitão Romance”, o tema “Ouvi dizer” arrecadou a maior ovação. Já no final do tema, Carlão apareceu de surpresa para declamar "A cidade está deserta/ E alguém escreveu o teu nome em toda a parte/ Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas/ Em todo o lado essa palavra/ Repetida ao expoente da loucura/ Ora amarga! Ora doce/ Pra nos lembrar que o amor é uma doença/ Quando nele julgamos ver a nossa cura" e ficou para cantar “Casa (vem fazer de conta)”, canção de Manel Cruz com Da Weasel.

Ornatos Violeta interpretaram também temas que não chegaram a sair nos dois álbuns do grupo, como “Há de encarnar” e “Pára-me agora”.

Após o primeiro adeus, a banda ainda regressou mais três vezes, terminando o concerto com uma das suas primeiras músicas “Dias de Fé”.

Com muitos palavrões à mistura, Manel Cruz mostrou assim o quão difícil era explicar por outras palavras o que ali se passou, terminando com “Opá, obrigado, f***-se".

Sting é o cabeça de cartaz do último dia desta edição do MEO Marés Vivas, subindo ao mesmo palco Tiago Nacarato, Morcheeba e HMB.

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