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Qua, 8 Nov 2017 às 14:09

Vodafone Mexefest'17: Movimento é palavra de ordem com o horário completo

O Vodafone Mexefest está de regresso à Avenida da Liberdade, em Lisboa, nos dias 24 e 25 de novembro e os horários completos estão disponíveis no site oficial.

O festival lisboeta, produzido pela Música no Coração, promete ser uma mostra privilegiada da melhor música da atualidade. Uma das características mais importantes do Mexefest é estar disperso por diferentes espaços lisboetas, fazendo o público movimentar-se para assistir aos seus concertos preferidos.

"Um festival com um carisma inigualável e um ambiente tão dinâmico quanto o movimento do público se desloca de sala em sala. Movimento é, aliás, a palavra de ordem.", diz a promotora.

O hip hop ganha reforços com as confirmações de Eva RapDiva, a rainha ginga do rap angolano; e ainda CJ Fly e Nasty Niles, dois nomes fortes do coletivo de hip hop Pro Era, de Brooklyn, liderado por Joey Bada$$, que se tem afirmado como uma das mais vibrantes casas do hip hop norte-americano.

A música nacional volta a ter um lugar de destaque no Vodafone Mexefest, que todos os anos leva a palco uma série de novos talentos da música portuguesa, bem como artistas de referência em géneros tão distintos como a pop, o rock, o hip hop, a eletrónica ou o fado.

Este ano, as apostas das novas confirmações do Festival passam pela eletrónica de Surma e da dupla Haëma; o rock puro e duro dos Killimanjaro; o funk da dupla de DJs formada por André Granada e Tiago Pinto, Funkamente!; a distorção do trio Panado; a influência da Música Popular Portuguesa de Lavoisier; o projeto a solo de Filipe C. Monteiro, Tomara; o tropicalismo de La FLAMA Blanca; a viola campaniça de O Gajo de João Morais; a festa sempre bem vinda dos Kumpania Algazarra; o universo boémio do Conjunto Corona; a inspiração africana dos Fogo Fogo; o cruzamento da eletrónica com a estética do hip hop do DJ Slimcutz; a fusão musical dos Iguana Garcia, que junta loops de guitarra com beats eletrónicos; o ié-ié minhoto dos El Señor; o garage-pop de Vaiapraia e as Rainhas do Baile; o Cante Alentejano com o Grupo Coral e Etnográfico Os Camponeses de Pias; e a magia a capella das Sopa de Pedra, um dos segredos mais bem guardados da nova música portuguesa.

De várias nacionalidades são os cantautores que este ano atuam no Festival. Nas últimas confirmações encontramos o britânico Hak Baker; o projeto nacional de Manuel Lourenço, Primeira Dama; e o brasileiro sediado no Porto, Luca Argel. Do Brasil chega também o projeto Kastrupismo, do baterista, percussionista e produtor musical Guilherme Kastrup.

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