/ Backstage - Maria Valente
Qui, 1 Ago 2019 às 11:53

Domi: "Aconteceu tudo muito rápido, ainda me estou a tentar encontrar enquanto artista"

Com 16 anos começou a fazer rap e com apenas 18 anos assinou pela editora Universal. Estivemos à conversa com Henrique Domingues, mais conhecido por Domi, no MEO Marés Vivas’19.

Backstage:Tu assinaste por uma grande editora muito jovem, certamente a tua família e amigos ficaram surpresos. Qual foi a reação deles?

Domi: Foi interessante porque foi bom e foi difícil ao mesmo tempo. Eu estava a estudar na altura na Universidade, estava no primeiro ano e então cheguei ali ao verão e eu disse olhem eu não vou voltar mais, esqueçam lá o curso que eu estou a tirar porque o que eu vou fazer agora é música e isso coincidiu com o contrato da Universal. Realmente foi uma coisa um bocado inesperada, mas com o tempo, com o trabalho e o lançamento dos singles que foram felizmente tendo sucesso as coisas foram fluindo.

B: No single “Não esqueço” tens um estilo bastante diferente do que tinhas anteriormente. Sentes que estás mais perto de encontrar a tua identididade ou estás na fase de brainstorming ainda?

D: Acho que ainda estou num momento de brainstorming. Como disseste sou muito novo, aconteceu tudo muito rápido, ainda me estou a tentar encontrar enquanto artista e descobrir qual a melhor sonoridade, mas sempre a trabalhar e sempre em busca daquilo que é o melhor e tentar explorar várias praias.

B: Tens trabalhado muito com Charlie Beats e em abril foste convidado a participar no seu tributo anual a Zeca Afonso no qual são sempre convidadas grandes promessas do hip hop português. Como foi participar num projeto que à partida é tão diferente do teu registo?

D: Olha, é um projeto no qual queria muito entrar porque primeiro é um projeto mesmo do Charlie em que ele só convida pessoas com quem trabalha e com quem tem alguma afinidade. Em segundo queria muito fazer este projeto porque era um projeto em que eu me interesso e que eu queria expressar a minha opinião sobre o assunto e homenagear o grande Zeca Afonso porque eu acho que é daquelas coisas que se estão a perder hoje em dia infelizmente mas que fazem parte da nossa cultura mas que são essenciais para passarmos ás gerações futuras.

B: Em maio lançaste "Gato Por Lebre", o teu primeiro tema após o EP “3ª Maior”. O que podemos esperar mais este ano?

D: Eu não vou adiantar grande coisa porque corremos sempre aquele risco de depois não se concretizar, mas o que posso adiantar por agora é que comecei a trabalhar com outros produtores, estou a tentar fugir um bocadinho ao Charlie, se bem que ele vai estar sempre presente. Andamos a explorar novos campos e hão-de sair com certeza coisas diferentes em busca daquela sonoridade perfeita

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