Taylor Swift regista a voz como marca para se proteger da inteligência artificial

Taylor Swift na The Eras Tour no Estádio de Wembley, 2024.

Taylor Swift / Scott A Garfitt

A cantora norte-americana submeteu três pedidos de registo de marca nos Estados Unidos, dois deles relativos a clipes de voz e um a uma fotografia em palco.
sábado, 2 de maio de 2026, às 9:28
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Taylor Swift submeteu três pedidos de registo de marca nos Estados Unidos para proteger a sua voz e imagem do uso indevido pela inteligência artificial.

Os dois primeiros pedidos são marcas sonoras: clipes com as frases "Hey, it's Taylor Swift" e "Hey, it's Taylor", gravados para promover o álbum The Life of a Showgirl. O terceiro cobre uma fotografia da artista em palco na The Eras Tour, com uma guitarra cor-de-rosa.

A norte-americana tem sido alvo de deepfakes ao longo dos anos, desde imagens explícitas que circularam online até publicações falsas partilhadas pelo ex-presidente Donald Trump que sugeriam o apoio da artista à sua candidatura.

A norte-americana segue o exemplo do ator Matthew McConaughey, que registou a sua célebre frase "Alright, alright, alright" do filme Dazed and Confused com o mesmo objetivo. Registar a voz de uma celebridade como marca é um uso inédito desta categoria legal, ainda não testado em tribunal.

Última atualização: sábado, 2 de maio de 2026, às 23:43
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