MEO Kalorama: Angine de Poitrine abrem festival com estética alienígena
Angine de Poitrine no MEO Kalorama 2026. Créditos: Rodrigo Santos
Os Angine de Poitrine subiram ao Palco MEO logo no início da tarde e levaram muita gente ao recinto, boa parte já vestida como eles, com fatos, camisas e gravatas às bolinhas, em branco e preto. A dupla canadiana toca sempre com máscaras que escondem toda a cara, e por isso ninguém sabe ao certo quem são os dois músicos por trás delas.
Uma atuação na rádio norte-americana KEXP tornou-se viral e ajudou a levar "Vol. II", o segundo álbum da banda, lançado este ano, ao primeiro lugar nas tabelas de vendas de rock e metal nos Estados Unidos, ao segundo lugar na Alemanha e na Escócia, ao quinto na Irlanda, e à 118.ª posição em Portugal.
Além da música, os dois músicos falam entre si numa língua inventada, que usam tanto nas canções como em palco. O som lembra desenhos animados, e o público mais novo no recinto adorou essa parte do espetáculo.
Abriram o espetáculo com o gesto que os tornou famosos, as mãos em forma de triângulo, e o público repetiu-o de imediato. A música juntou vários loops e mudanças de ritmo, com momentos mais calmos e outros mais intensos. Terminaram com muito som, o nome do grupo dito na língua inventada por eles e uma referência a Portugal, antes de uma vénia final e de atirarem as baquetas para a plateia.
O concerto terminou com uma explosão de som, seguida do nome da banda dito na língua inventada por eles e de uma palavra que soou a "Portugal". Fecharam com uma vénia, e quem estava na bateria atirou as baquetas para a plateia.
Alinhamento do concerto:
Angor
Yor Zarad
Mata Zyklek
Sarniezz
Fabienk
Sherpa